A nova mostra das viagens do pintor entre 1920 e 2013, está patente no Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso (MACNA), contando com a curadoria de Óscar Faria.
“Nadir Afonso inspirou-se nas cidades dos quatro cantos do mundo, para expandir a vocação universal da sua obra, a que não será alheio ao facto de ter iniciado a sua vida profissional como arquiteto, tendo trabalhado nos ateliês de Le Corbusier e do brasileiro Óscar Niemeyer”, destaca o Município de Chaves em comunicado.
A exposição “Os lugares de Nadir”, que promete surpreender, parte do conceito de “espacillimité”, através do qual o artista flaviense “superou a questão dos limites espácio-temporais da tela”.
A exposição é organizada pelo Município de Chaves, no âmbito do protocolo de cedência de bens artísticos a título de comodato pela Fundação Nadir Afonso. As obras poderão ser visitadas de terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 18h30.
Também desde 11 de agosto, o MACNA apresenta a exposição intitulada “Deste espaço luminoso e obscuro”, da autoria de Pedro Calapez, com a curadoria de Joana Valsassina.
A obra de Pedro Calapez “é célebre pela exímia exploração da cor e da escala, pois o pintor desenvolveu a sua prática entre a abstração e a representação de lugares suspensos algures entre o esboço, o cenário e a ruína”.
O espólio afasta-se do universo da cor para revelar outros aspetos fundadores na prática de Calapez, alicerçados nos diálogos que estabelece com a história de arte, com a literatura e com a arquitetura.
A mostra é organizada pelo Município de Chaves, contando com a parceria e o acervo da Fundação Serralves, que colabora com no MACNA desde 2016 e pode ser visitada de terça a domingo, das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 18h30, até dia 28 de janeiro de 2024.

