Sábado, 4 de Fevereiro de 2023
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Na vanguarda da Transição Energética

A Movhera nasceu na sequência da transmissão do segundo maior portefólio hidroelétrico de Portugal que, em dezembro de 2020, passou a ser operado pelo consórcio ENGIE, Crédit Agricole Assurances e Mirova.

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Desde então, a empresa está empenhada em produzir energia com impacto positivo no ambiente, de olhos postos na “excelência técnica”, quer “em termos de segurança e eficiência operacional” dos seus ativos, quer da sua “otimização económica”, a partir do “coração do vale do Douro”, onde procura contribuir, ativamente, para a economia local.

A Movhera está registada em Miranda do Douro, concelho onde detém a concessão de duas barragens, a par de outras duas no concelho de Torre de Moncorvo, uma no concelho de Mogadouro e outra em São Mamede de Ribatua, Alijó.

Estes ativos hidroelétricos têm uma capacidade total instalada de 1,7 GW e produzem, em média, 3,4 TWh de energia renovável por ano. As centrais permitem, ainda, armazenar grandes quantidades de energia elétrica, através de estações de armazenamento que funcionam por bombagem e garantem a disponibilização de mais energia renovável à rede nacional.

‘KNOW-HOW’

De acordo com o seu CEO e diretor executivo, Bertrand Fauchet, a Movhera é uma “empresa pequena”, com “seis pessoas”, que tira partido da experiência e ‘know-how’ das equipas da ENGIE, que representa 40% do consórcio.

Enquanto a manutenção e operacionalização dos seis aproveitamentos hidroelétricos implantados na região são asseguradas pela filial da ENGIE, sediada em Picote, concelho de Miranda do Douro, as equipas da ENGIE – Global Energy Management & Sales zelam pela otimização dos ativos e abertura para os mercados energéticos.

“A ENGIE é a nossa maior ‘shareholder’ e parceiro industrial. A par desta, a Movhera tem dois parceiros financeiros: a Crédit Agricole Assurances, seguradora líder em França, que procura investimentos a longo prazo, e a Mirova, que se preocupa com investimentos “verdes” e procura contribuir para uma economia mais sustentável”, frisou Bertrand Fauchet.

FUTURO “VERDE”

Segundo Carlos Rosário, CEO da ENGIE Hidroelétricas do Douro, “os ativos hídricos têm um papel muito importante na segurança da rede, precisamente pela sua flexibilidade e pela capacidade de armazenamento, a longo termo ou em pequenos picos, permitindo fazer face à intermitência e à indefinição. Portugal tem conseguido fazer isso e tem crescido de forma inteligente”.

Por seu turno, Bertrand Fauchet garante que, embora tenham “diferentes perfis”, os parceiros estão unidos por um mesmo objetivo, “investir, a longo prazo, na transição energética”, “profundamente empenhados num mundo neutro em carbono” sendo que “todo o investimento” da Movhera, “o segundo maior ator no setor hidroelétrico em Portugal”, está “concentrado em Trás-os-Montes”.

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