Sexta-feira, 24 de Maio de 2024
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Manuel Cordeiro
Manuel Cordeiro
Presidente da Câmara Municipal de São João da Pesqueira

“O trabalho autárquico nunca está terminado”

Com pouco mais de um ano decorrido do segundo mandato autárquico, é já possível formular juízos e balanços mesmo que incompletos sobre os desafios vencidos, os processos em curso ou os objetivos de futuro.

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O programa eleitoral, com que fomos eleitos, começou a ser implementado com exigência e ponderação, sendo paradigmáticos os apoios à agricultura, com a melhoria dos caminhos agrícolas, participação em feiras, promoção e mediatização dos nossos produtos de referência, reforço dos apoios sociais, quer para a infância e juventude, quer para a terceira idade, a aposta na mediatização do concelho numa perspetiva de valorização do território como destino turístico, onde se inserem o projeto das Bateiras, do Parque Fluvial da Ferradosa ou a Vindouro.

A luta que vimos travando pela intervenção na EN 222 ou pela UCC constituem objetivos difíceis, mas concretizáveis, dos quais não abdicamos, num esforço persistente de reuniões de trabalho, com entidades e membros do Governo, de estudos, de pareceres, numa caminhada com mais avanços que recuos, mas que representa para nós algo estruturante, fundamental e imensamente justo. A Região é credora dessas obras, bloqueadoras do nosso desenvolvimento económico, investimento, fixação de pessoas e empresas, maior salvaguarda em questões de saúde. Será a devolução à Região do muito que esta dá ao país.

Neste capítulo das vias de comunicação, este ano será o ano da concretização da requalificação da EN 222-3. No corrente ano terá lugar o alargamento da Zona Industrial. Concluir-se-á também a Praça de Ervedosa e o Parque Fluvial da Ferradosa e haverá desenvolvimentos no que respeita à ELH.

O trabalho autárquico nunca está terminado, constituindo um permanente serviço à comunidade e se me permito retirar conclusões do tempo que levo com estas responsabilidades, elas serão as seguintes: temos que ser nós, os que resistem no interior de Portugal, a ter a persistência, a determinação, o empenho e a criatividade de não aceitar a desertificação como uma fatalidade e a de que quanto maiores as dificuldades, maior deverá ser o empenho e resiliência para persistir naquilo que consideramos justo e exequível. Essa persistência acabará por compensar. É este estado de alma que me move.

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