A posição foi reforçada pelo bastonário da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, após uma reunião realizada com a reitoria da universidade e a equipa responsável pela implementação do mestrado integrado em Medicina, que abrirá 40 vagas já no próximo ano letivo.
Embora a OM tenha manifestado reservas em abril, relativamente às condições para o início do curso, Carlos Cortes considera que houve evolução desde então. “Aquilo que a Ordem dos Médicos sempre quis, e continua a querer, é que o arranque seja absolutamente estratégico para a região, porque precisa de médicos e de os fixar para poderem prestar os cuidados que a população necessita”, afirmou.
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 1,00€




