É o fim de um período conturbado na academia transmonta. João Barroso era candidato único ao cargo e foi eleito com 14 votos a favor, oito em branco, verificando-se três faltas no momento da votação.
O professor catedrático e docente da Escola de Ciências e Tecnologia da UTAD, integrou, por três vezes, a equipa reitoral, a última das quais como Vice-reitor. Antes da sua eleição, apresentou na Aula Magna o programa de ação em audição pública.
Entre outras medidas, no âmbito do Mestrado Integrado em Medicina, propõe criar uma unidade orgânica na área das ciências da saúde, uma estrutura “robusta, integrando o ensino, investigação científica, inovação e ligação ao território”, e uma task force dedicada, com a criação de um gabinete de implementação do curso de medicina, que reportará diretamente ao reitor, “com um plano faseado de recrutamento e governação dedicada”.
O reitor eleito defende uma reorganização institucional para a universidade, aproveitando a revisão do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), com “avaliação e implementação progressiva de um modelo baseado em faculdades, através da agregação e valorização das atuais escolas e departamentos, promovendo maior integração científica, capacidade de gestão e afirmação externa”.
A tomada de posse acontecerá após a publicação da eleição em Diário da República.
Notícia atualizada na edição de 1 de julho




