Os jovens reivindicam respostas reais para problemas, lamentando o desinvestimento nos serviços públicos, a falta de mobilidade, a escassez nas oportunidades profissionais, os custos da habitação e a destruição do património natural e cultural.
Gonçalo Monzón, um dos jovens participantes na Ecolojovem, referiu que os jovens continuam a “fugir” para o litoral, porque não encontram no interior as oportunidades de singrar na vida. “Por exemplo, os preços da habitação são incomportáveis em Vila Real, quando a maioria dos jovens recebe o salário mínimo”, disse, acrescentando ainda a “necessidade de se criar empregos qualificados e apostar na reabilitação da Linha do Corgo”.
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