Segunda-feira, 4 de Julho de 2022

Reina

E, assim, em dois simples segundos, o guarda-redes do Liverpool (que, durante 120 minutos, nada tinha feito, especialmente, de notório – de tal forma a equipa do Chelsea se retraiu) fez com que a sua formação passasse à final da Liga dos Campeões, para desespero do “nosso” Mourinho que, apesar de todos os seus sucessos, […]

E, assim, em dois simples segundos, o guarda-redes do Liverpool (que, durante 120 minutos, nada tinha feito, especialmente, de notório – de tal forma a equipa do Chelsea se retraiu) fez com que a sua formação passasse à final da Liga dos Campeões, para desespero do “nosso” Mourinho que, apesar de todos os seus sucessos, ainda não conseguiu chegar ao ponto final da “Champions League”, desde que abalou para terras de Sua Majestade, a Rainha Isabel.

E assim fica reduzida, a escassíssimo tempo, toda a planificação, de muitas horas, desenvolvida durante toda uma época.

São, pois, os alcatruzes da nora, com uns a subir e outros a descer, à medida que a roda avança.

O Futebol não é uma ciência (por mais que alguns pretendam que seja). E da imprevisibilidade do futebol resulta o seu maior interesse.

No caso da meia-final de terça-feira, resolvida nos pontapés da marca de grande penalidade, esteve em plano de destaque o espanhol Reina que deteve dois dos pontapés.

E não vale a pena apontar baterias para os dois jogadores do Chelsea que falharam. Valerá mais a pena enaltecer a acção do guarda-redes que também joga. Muitas vezes, temos a tendência de prestar a atenção maior aos “frangos” destes, desprezando, quantas vezes, as intervenções, decisivas, que fazem.

Não queremos deixar de enaltecer, também, o papel dos dirigentes, técnicos, jogadores e associados do Vidago que venceu, este ano, o campeonato Distrital da Divisão de Honra e que, por isso, com elevado mérito, irá estar, na próxima temporada, no Campeonato Nacional da 3:ª Divisão, feito que acontece, pela primeira vez, nestes anos todos em que participa nas provas da AFVR. O Vidago é uma das equipas mais antigas do nosso distrito. E, como confirma, “querer é poder”, ou seja, “vale mais tarde do que nunca”. Ao contrário do dito que refere “Quem espera desespera”. Os vidaguenses não são gente de desesperar. E isso valeu-lhes este grande prémio, pelo qual estão de parabéns.

Agostinho Chaves

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