Quarta-feira, 5 de Outubro de 2022

Símbolos da JMJ chegam à Diocese de Vila Real em setembro

A Jornada Mundial da Juventude (JMJ) conta com dois símbolos que a acompanham e representam: a Cruz peregrina e o ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani.

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Com uma dimensão de 3,80 metros de altura, a Cruz Peregrina feita de madeira foi construída para o ano santo de 1983, confiada por João Paulo II aos jovens no Domingo de Ramos do ano seguinte, para que fosse levada por todo o mundo. Desde 2003 que a cruz peregrina conta com a companhia de Nossa Senhora Salus Populi Romani, que retrata a Virgem Maria com o Menino nos braços. Este ícone foi introduzido ainda pelo Papa João Paulo II como símbolo da presença de Maria junto dos jovens. Com 1,20 metros de altura, o ícone de Nossa Senhora está associado a uma das mais populares devoções marianas em Itália.

Nos meses que antecedem cada JMJ, os símbolos partem em peregrinação para serem anunciadores do Evangelho e acompanharem os jovens nas realidades em que vivem.
Os símbolos da JMJ estão a percorrer o nosso país neste tempo que antecede as Jornadas que se realizam em Lisboa no próximo ano.

Neste mês de agosto estão em peregrinação na diocese de Bragança- Miranda, sendo que em setembro será a vez da Diocese de Vila Real receber a cruz peregrina e a imagem de Nossa Senhora.

A receção na Diocese será no dia 4 de setembro na cidade de Chaves, pelas 19h00. Passam depois pelos diversos Arciprestados da diocese, terminando no dia 30 na cidade de Vila Real, completando, desta forma, a peregrinação por Trás-os-Montes, visitando as diversas instituições sociais, educacionais, de saúde, bem como a muitos santuários marianos existentes na região. Por fim, serão entregues à diocese do Porto no dia 1 de outubro, às 9h00, iniciando a sua viagem no cais da Régua de onde partem transportados num barco rabelo.

“Espera-se que a passagem dos símbolos seja um momento de alegria, fé e esperança, que convoque os jovens para a participação na JMJ Lisboa’23. Este também será um momento de união humana com todos, os mais desfavorecidos, os mais jovens, os mais velhos e mesmo aqueles que não acreditam. Desta forma, este será um momento de união, confraternização e comunhão entre todos aqueles que desejarem sentir o início de uma grande caminhada até Lisboa, no próximo ano, de 1 a 6 de agosto”.

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