Os três portugueses, com idades compreendidas entre 20 e 21 anos, foram localizados com a ajuda de drones e resgatados pelos operacionais da corporação de Salto. Depois de completada esta operação, os jovens recusaram o encaminhamento para qualquer unidade hospitalar.
De acordo com Hernâni Carvalho, comandante dos bombeiros de Salto, quando os três jovens pediam socorro pelo 112, o telemóvel ficou bateria, tendo os serviços de emergência localizado a chamada, considerada de “extrema importância” para o sucesso da operação.
Depois da localização do telefone que foi usado para fazer a chamada de urgência, com a aeronave não tripulada dos bombeiros foram encontradas as três vítimas. A partir desse momento, a equipa de resgate fez uma incursão apeada que permitiu chegar aos jovens, recuperando-as para segurança, tendo os resgatados recusado ir ao hospital.
De acordo com as informações do corpo de bombeiros, a operação durou cerca de 3 horas, mas as vítimas foram localizadas ao fim de uma hora, com os operacionais a terem de caminhar cerca de três quilómetros para chegar junto aos jovens. Os operacionais envolvidos no resgate sentiram dificuldade com as condições morfológicas do terreno e a pouca visibilidade.
Numa publicação nas redes sociais, a corporação quis “elogiar a disponibilidade” dos bombeiros envolvidos no resgate, “a sua capacidade técnica e operacional, a conjugação de várias valências e destacar a maturidade operacional e capacidade que demonstram fruto de um caminho de aprendizagem, treino e evolução permanente”.
O alerta foi dado por volta das 21 horas de ontem e estiveram no local os bombeiros de Salto com equipa de resgate, tendo usado uma aeronave não tripulada e uma ambulância de socorro 4×4 de apoio, juntando-se à operação 2 militares da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro (UEPS), do grupo Resgate e Montanha do Gerês, da Guarda Nacional Republicana.