“Neste dia, trazemos à memória tudo o que foi feito no passado no distrito, que foi imenso e chegamos à conclusão que houve, nestes anos, a destruição de muitos setores estratégicos”, afirma Paula Dias, coordenadora da USVR.
De acordo com a responsável, “ao longo dos anos, as políticas que foram sendo tomadas não foram em benefício dos trabalhadores nem da população. Isso comprova-se, desde logo, nos baixos salários que os trabalhadores sempre receberam neste distrito”, destacando a “precariedade dos nossos jovens”.
“No nosso distrito vivem cerca de 180 mil pessoas, existem mais de 30.500 empresas, das quais 98% têm menos de 10 trabalhadores.
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 1,00€




