O plano resulta de um processo de diagnóstico em que a comunidade participou e define 40 ações para tornar as deslocações mais acessíveis, seguras e sustentáveis.
A elaboração do PMUS incluiu duas sessões de participação pública e a informação cruzada com a análise técnica dos fluxos, infraestruturas e indicadores de mobilidade do concelho.
“Este plano parte das pessoas e da forma como vivem e se deslocam em Bragança”, disse Isabel Ferreira, presidente da Câmara de Bragança, acrescentando que “a componente técnica é indispensável, mas só ganha verdadeiro sentido quando cruzada com os problemas identificados por quem utiliza diariamente as nossas ruas, os transportes e os espaços públicos”.
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