Com a habilidade política que lhe é reconhecida, quer pelas melhores, quer pelas piores razões, José Sócrates, apostado em reduzir o défice e na ânsia de procurar formas de legitimação de políticas unicamente economicistas, encontra num “Novo Estatuto da Carreira (in)Decente” e numa “Nova Gestão (extra)Escolar” as soluções mágicas para resolver os problemas escolares tributários da “balda” dos professores.
Mas tal era a obsessão em legitimar esta nova via que cometeu uma “gaffe” tremenda.
Quando entrei para o Ensino, o argumento legítimo para alguns menos bons resultados dos meus alunos era a falta de recursos materiais, sobretudo os ligados às Novas Tecnologias. Estávamos em 1999. Com o passar dos anos, esses meios, ainda que “a conta-gotas”,
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