Quarta-feira, 20 de Outubro de 2021
Barroso da Fonte
Escritor e Jornalista. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

A minha versão sobre a Guerra do Ultramar

Aqueles que quiserem saber como se faz a guerra terão de escutar os soldados que foram os homens da frente, do lado e da retaguarda.

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São esses os valentes, os que vêem os obstáculos, que pisam as minas, que alertam os que seguem atrás. São esses que obedecem, que cumprem, que morrem ou ficam mutilados. Os que dão voz de comando, que ordenam, que punem, que projectam as operações e que redigem os relatórios; os que colhem os louros, em função dos relatos que fazem e que, nem sempre saíram do arame farpado, podem ser muito competentes e muito sérios. Mas os factos de que falam, foram vividos, bem ou mal, pela arraia-miúda, a soldadesca anónima que cumpre sem discutir, executa sem reclamar, obedece sem ofender.

Ora esse exército que obedece, que executa, que cumpre sem ofender, sem reclamar e sem

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