Domingo, 26 de Setembro de 2021
©Agostinho Chaves

A voar para o centenário

Travessia aérea Lisboa-Rio de Janeiro foi em 1922.

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Em menos de um século, o que a aviação evoluiu! Este setor de atividade é, hoje, um elemento imprescindível para a vida diária de milhões de pessoas que percorrem o espaço de forma essencial, seja em viagens de negócios, de trocas comerciais, desportivas e culturais, de turismo e, até, de recurso ao fenómeno das migrações, cada vez mais frequentes e intensas, especialmente as de caráter político e de perseguições resultantes de guerras e/ou de discriminação de ideologias e práticas.

Atualmente, a crise invade o mundo dos transportes em avião. Várias companhias comerciais (TAP incluída) parecem não aguentar a pressão da crise económica e até da pandemia de coronavírus que tem impedido milhares de viagens, em prejuízo do desenvolvimento. O surto do terrorismo é também uma ameaça. O uso de potentes aviões para atos como o das Torres Gémeas dos Estados Unidos pode causar insegurança e receio que, antes, não eram possíveis de preocupar quem viaja e que só sentem segurança real na altura em que saem dos aviões e pisam terra firme.

Faz hoje três anos que eu fiz alguma coisa. Não foi só um de nós, fomos ambos. Ambos confiámos um no outro, ambos queríamos. Se qualquer um de nós não quisesse, aquilo não se tinha feito”

Gago Coutinho — abril de 1925

A aviação continua a ser uma realidade bem vincada nos dias de hoje. Todavia, as primeiras tentativas de atravessar terras e mares foram sempre mais entendidas como espírito de aventura de quem as fez. Ninguém, nessa altura, poderia imaginar a enorme capacidade dos aviões para ajudar os homens e as sociedades.

Navegadores pelo ar

Depois das glórias de navegação pelos mares,

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