José Reixelo é produtor de maçã “há cerca de 20 anos” e presença assídua no certame. “Felizmente, este ano foi bom para nós. Não houve grandes intempéries. Não há muita maçã, mas há muita qualidade”, revela.
Os últimos três anos, confessa, não foram nada animadores, principalmente por causa do granizo, o que levou os produtores a investirem em soluções. No caso de José Reixelo, a solução veio em forma de canhão, um investimento de 52 mil euros que “compensa, tendo em conta que, antes de o usar, tive, num ano, prejuízos na ordem dos 200 mil euros”.
Em média, José Reixelo produz mil toneladas de maçã, este ano “vai rondar as 800 toneladas”, com a qualidade “a estar garantida”. Participar na feira “faz todo o sentido” porque “além de estarmos em casa, acabamos por fazer algumas vendas”. Artigo exclusivo PREMIUM
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