Ouvidas na Comissão de Ambiente e Energia, a Associação Povo e Natureza do Barroso (PNB) e a Associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso (UDCB), na semana passada, defenderam que só com o fim do projeto é possível acautelar a qualidade ambiental, da água, os interesses das populações e a forma de subsistência de muitos, a agricultura.
Nelson Gomes, presidente da UDCB, disse mesmo que não estão disponíveis “para nenhum diálogo que não reconheça a possibilidade de isto não andar para a frente”.
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