As três ONG consideram que a Comissão Europeia “não avaliou corretamente os riscos ambientais e sociais da mina a céu aberto antes de lhe conceder o estatuto estratégico”.
“Esta mina representa uma séria ameaça a um ecossistema frágil e a uma região com uma herança cultural única. A Comissão Europeia não pode permitir que a transição verde seja construída com base em danos ambientais e injustiça social”, frisa a advogada da ClientEarth.
Já Catarina Alves, da Associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso argumenta que “as pessoas aqui dependem de água limpa de nascentes e rios: para beber, para a agricultura e para o gado. Se essa água se tornar escassa ou contaminada, o nosso modo de vida fica em risco. Para quê? Para alguns anos de lítio trocados por mais carros e um novo tipo de poluição”.
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