Em comunicado, a BALADI alerta as comunidades locais de baldios para analisarem “com a máxima prudência” as minutas do acordo com o ICNF. Considera que a “proposta do ICNF prevê que passe a intervir na gestão florestal, nos produtos florestais, no material lenhoso, nos créditos de carbono, de biodiversidade e da natureza, bem como noutras atividades associadas ao território baldio”. Destaca ainda, que o instituto público “arrecade 40% das receitas brutas dessas valorizações”.
“Cheque em branco”
Por isso, o presidente da BALADI manifestou fortes reservas em relação a esta proposta, considerando que a medida pode afastar as comunidades locais das decisões sobre os seus próprios territórios.
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