De acordo com o presidente da CPCJ, Filipe Gonçalves, o trabalho da comissão assenta não só na intervenção em situações de risco, mas também na prevenção, sensibilização e acompanhamento das famílias.
“O objetivo da CPCJ é intervir quando as crianças e os jovens estão em risco ou perigo, de forma a garantir a sua segurança e proteção”, explicou. Os casos podem envolver maus-tratos, negligência ou comportamentos que afetam o bem-estar e o desenvolvimento das crianças.
A comissão funciona através de duas modalidades: a comissão restrita acompanha diretamente os processos e avalia as situações sinalizadas, enquanto a comissão alargada reúne várias entidades do concelho, com foco na prevenção e sensibilização da população.
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