Para alguns vendedores, a comparação com o passado é inevitável. Diogo Futuro, presença habitual em certames de norte a sul do país com os doces da sua casa, recorda que começou a participar na Feira de São Pedro ainda adolescente. “Tinha 12 ou 13 anos quando fazia a Feira de São Pedro e a de Santo António, lá em cima, ao pé da estação”, recorda.
Décadas depois, reconhece que o movimento já não é o mesmo e o aumento generalizado dos custos também se reflete nas bancas. “As pessoas perguntam duas ou três vezes o preço e tentam sempre negociar, mas o preço é igual para todos. Não temos promoções”, refere, admitindo que “a falta de poder de compra nota-se muito” no final de cada certame.
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