“É preciso reformar verdadeiramente o SNS, uma vez que há hospitais a funcionar como há 50 anos. O certo é que o mundo mudou, mas o SNS não se soube adaptar, sobretudo na parte hospitalar. É preciso um amplo consenso político, porque nenhum partido, sobretudo sem maioria absoluta, conseguirá fazer as necessárias mudanças no SNS”.
Carlos Cortes alertou que “é preciso um sentido de responsabilidade política ou o SNS vai entrar em falência e poderá mesmo acabar”.
Crítico com a criação das Unidades Locais de Saúde (ULS), o bastonário referiu que a sua criação resultou num recuo na ligação entre os cuidados primários e hospitalares em algumas zonas do país. Artigo exclusivo PREMIUM
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