O arranque, na sexta-feira, “foi uma loucura” segundo Sílvia Silva, vice-presidente da autarquia. “Nem parecia um evento novo. Tivemos mesmo muita gente. Penso que é uma aposta ganha”, afirma.
No sábado, por volta das 21h00, o ambiente estava mais calmo, “mas com muita gente na rua e muita coisa a acontecer”. Havia um grupo de mimos a percorrer as ruas, com os seus instrumentos, e no jardim do Pelourinho decorria uma sessão de cinema mudo, onde encontrámos Maria Silva. Veio com o marido, companheiro de há 62 anos.
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