Entrevista
“Infelizmente, em Portugal continuamos a ser muito capital”
“O interior é cada vez mais uma coutada de coelhos”
Quando estamos a poucos dias do Natal, o bispo de Vila Real lamenta que os governantes “nada façam” para estancar hemorragia que assola o Interior do país, onde há quase tudo, mas falta o mais importante, as pessoas. Refere ainda que todos temos o dever de transmitir os verdadeiros valores desta época, que foram trocados pelo consumo desenfreado.
“Quero que Vila Real seja reconhecida como um dos mais importantes centros do Norte”
Neste balanço de mandato, Rui Santos destaca o trabalho que tem sido feito em prol do desenvolvimento do concelho, que diz estar a mudar, ao conseguir reduzir a taxa de desemprego em 30 por cento, em cinco anos. Mas há muitos projetos que irão “mexer” com a cidade, como a requalificação da Avenida Carvalho Araújo, que tem o projeto pronto e deverá arrancar a meio do próximo ano.
“Até 2020 teremos todo o país coberto com fibra ótica”
Hoje e amanhã, o presidente da Altice Portugal estará na região onde vai anunciar vários investimentos na rede de fibra ótica e estabelecer parcerias com municípios, com a UTAD e o IPB, com o objetivo de desenvolver parcerias de forma a atrair talentos para Trás-os-Montes e Alto Douro
“Não são as regiões mais desfavorecidas que têm beneficiado de mais dotação de fundos comunitários”
Foi candidato único à Distrital do PSD de Vila Real, eleito com 94%, e, no segundo mandato, em que teve a oposição de uma lista liderada pelo professor universitário e ex-deputado Nazaré Pereira, obteve a confiança de 95% dos militantes distritais. São conhecidas as suas continuadas posições públicas pugnando pela manutenção de bens e serviços no Interior, identificando o Estado como “cego” e a obrigatoriedade de adequar a distribuição dos fundos estruturais e de coesão à realidade territorial, nomeando o Estado como “papão”. Em reunião na Assembleia da República, a seu pedido, com os deputados eleitos pelo círculo eleitoral de Vila Real, conjuntamente com o líder parlamentar do PSD, solicitou a iniciativa para criação de uma Comissão Parlamentar Permanente para o Interior.
“Orçamento de estado apenas cobre 80 por cento das remunerações”
Com a UTAD a destacar-se a nível nacional na captação de alunos para o ensino superior, o reitor Fontainhas Fernandes revela os projetos futuros que querem trazer maior visibilidade à academia, que também já sente a falta de alojamento na cidade para os estudantes que escolhem Vila Real para estudar.
“O bombista foi treinado por Jaime Neves”
Em entrevista à VTM, o jornalista Luís Costa Ribeiro, revela que fez um longo trabalho de pesquisa que agora reuniu em livro, onde estão as suas conclusões sobre a morte do padre Max e da estudante Maria de Lurdes.
“A minha preocupação sempre foi trazer o melhor da arte contemporânea a Bragança”
Jorge Costa, diretor do Centro de Arte Contemporânea Graça Morais conversou com a VTM sobre o seu trabalho à frente de um projeto que comemora dez anos de existência.
Obras das Caldas do Moledo avançam no próximo ano
O líder do executivo reguense tem como bandeira deste seu primeiro mandato a abertura do hospital D. Luiz I, para o qual já afetou mais de 1,6 milhões de euros de fundos comunitários
Uma mulher de sucesso numa profissão “dominada” por homens
Célia Santos, 41 anos, professora de educação física e árbitra com créditos firmados na AF Vila Real e na Federação Portuguesa de Futebol. Atualmente, preside o Núcleo de Árbitros Futebol Sequeira Teles, em Peso da Régua. em entrevista à VTM, faz um balanço da carreira
“Vamos contratar mais pessoas e triplicar a zona industrial”
Com uma vasta experiência autárquica, José Paredes assume que tem um enorme desafio pela frente, mas promete cumprir tudo o que prometeu em campanha eleitoral. Uma das prioridades passa pela requalificação do Pinhão, que custa, numa primeira fase, mais de três milhões de euros. Mas há muito mais para descobrir nesta entrevista…
“Depois de experimentar jogar andebol, dificilmente o vai deixar de praticar”
Miguel Ângelo Alves, 41 anos, cedo começou a jogar na Associação Desportiva de Godim (ADG), onde também já exerceu a função de treinador. Em 2014 assumiu a presidência do clube do coração. Ao fim de quatro anos, parece que chegou o momento da saída. Em entrevista à VTM, faz um balanço muito positivo da sua passagem pelo emblema reguense.
“Queremos colocar o clube na I Liga em oito a nove anos”
Com o lema, “Subir Divisões”, o empresário Rui Florindo, de 50 anos, natural de Vila Real, promete “transparência, trabalho e resultados”, no comando do Sport Clube. Avança com um projeto que pretende romper com o ciclo negativo dos últimos anos, de forma a colocar o clube na I Liga, no espaço de oito a nove anos.
“Tenho uma equipa empenhada e motivada para inverter o rumo do clube”
Com o lema “um Novo Bila”, João Álvaro, de 37 anos, engenheiro civil, natural de Vila Real, decidiu avançar com uma candidatura à presidência do clube para “respeitar o passado, construir o presente e crescer no futuro”. Confiante na vitória, o candidato acredita que vai colocar o Sport Clube no patamar que merece.
“Quero devolver o Bila à cidade e aos sócios”
Com o lema “Um Novo Rumo”, o empresário do ramo da construção civil, Francisco Carvalho, de 53 anos, natural de Vila Real, volta a concorrer à presidência do Sport Clube de Vila Real. Promete apostar em jovens da formação de forma a devolver a mística ao emblema alvinegro, que tem de recuperar um passivo a rondar os 300 mil euros.
“A requalificação da estação é o projeto que vai estruturar Mirandela”
Tornou-se na primeira mulher presidente do município de Mirandela e, por conseguinte, na primeira socialista a liderar a autarquia. Júlia Rodrigues explica que sempre esteve envolvida na política, por influência do pai, pelo que as participações cívicas e políticas sempre fizeram parte da sua forma de ser. Enquanto presidente, pretende criar melhores condições de vida a todos os mirandelenses, criando mais emprego e atraindo mais investimento.
“Não iludimos as pessoas em fantasias ou soluções milagrosas que não existem”
Sempre viveu em Murça, excluindo o tempo em que esteve na Universidade do Porto a estudar. Trabalhou em Peso da Régua, mas acabou por se estabelecer na sua terra natal, onde pretende fazer política de forma diferente, envolvendo todos os murcenses em torno de um objetivo comum: criar melhores condições de vida para quem ali nasce(u) e para quem ali quer continuar a viver. Conheça melhor as ideias deste economista que aceitou o desafio do PSD para se candidatar à câmara murcense, numa eleição que colocou fim a 20 anos de governação socialista




