A afirmação é da diretora do serviço de Medicina Paliativa da Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro (ULSTMAD). Anabela Morais defende que “é necessário haver uma clara definição das competências que as equipas de cuidados paliativos têm de ter” e haver “uma constituição homogénea das equipas em todo o país”.
No I Congresso Ibérico de Medicina Paliativa, que aconteceu entre quinta-feira e sábado, em Chaves, a responsável destacou que, as equipas são, atualmente, constituídas por “voluntarismo de profissionais de saúde, que vêm de diferentes áreas de medicina, da enfermagem ou psicologia”, o que cria uma “heterogeneidade muito grande nas equipas”. “Não há uma especialidade de medicina paliativa e os profissionais tentam consolidar a formação na área através da formação avançada”, refere a médica, que esteve na organização do evento.
Para Anabela Morais “isto tem de ser resolvido. As equipas de cuidados paliativos são como qualquer outra, as de cardiologia, cirurgia”. Por isso, sustenta que “tem de haver uma especialidade que permita uma formação homogénea de todos os elementos das equipas nos diferentes espaços do país”.
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