Nos últimos quatro anos, a dívida do município de Mondim de Basto tem oscilado entre os 2,5 e os 3,9 milhões de euros, sendo que, em 2024, fixou-se nos 3,3 milhões. Se recuarmos até 2017, quando a dívida se situava nos 8,1 milhões, houve uma redução a rondar os cinco milhões de euros.
“As condições que encontrámos eram estáveis e permitiram-nos avançar com o projeto de desenvolvimento. Hoje, temos uma situação mais sólida, uma capacidade de endividamento maior e, acima de tudo, um orçamento que aumentou significativamente em relação ao 2021”, refere Bruno Ferreira, presidente da Câmara de Mondim de Basto, passando dos 13 para os 28 milhões de euros.
Dados da Direção-Geral das Autarquias Locais (DGAL) revelam que o limite de endividamento da autarquia era, em 2021, de 8,3 milhões de euros, aumentando para os 9,1 milhões em 2022 e para os 9,3 milhões em 2023.
Em 2024, o município teve uma receita total de cerca de 15,4 milhões de euros e uma despesa de total na ordem dos 13,1 milhões de euros. Quanto ao prazo médio de pagamento a fornecedores ronda os quatro dias.
O Orçamento Municipal para 2025 tem uma dotação de 28,5 milhões de euros. Comparando com 2024, o orçamento registou um aumento de cerca de seis milhões de euros. O aumento é maior se recuarmos até 2021, ano em que o atual executivo tomou posse. O orçamento desse ano rondava os 13 milhões de euros.
“É um aumento muito significativo, não só representativo da capacidade de execução e da atração de investimentos. Temos tentado implementar projetos e medidas de forma equilibrada, para que as finanças do município não sejam afetadas”, vinca Bruno Ferreira.



