De acordo com o documento, a que a VTM teve acesso, o tribunal entendeu que o processo ficou marcado por ilegalidades e pela rejeição da lista encabeçada por Abreu e Lima, subscrita por cerca de 900 associados. No ato eleitoral foi apenas considerada a candidatura do então Conselho de Administração do Crédito Agrícola.
Em comunicado, assinado por Abreu e Lima, a lista excluída revela que o tribunal invalidou a Assembleia-Geral de fevereiro de 2022, onde os órgãos sociais foram eleitos.
“Apesar dos esforços que fizemos para garantir equidade e transparência no procedimento eleitoral, vimo-nos confrontados com um conjunto de decisões arbitrárias, com a ausência de informação exigível, com falta de transparência, com reiteradas e sistemáticas ilegalidades que visaram unicamente eliminar esta candidatura, como se não houvessem leis e regulamentos e princípios democráticos de cumprimento obrigatório. Artigo exclusivo PREMIUM
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