É claro que ninguém gosta de perder direitos adquiridos. E nunca como hoje a perda desses direitos foi tão desassombrada. No tempo do Estado Novo nenhum funcionário do Estado, a título algum, poderia ser desclassificado, roubado, extorquido daquilo que auferira e que era uma segurança à prova de bala. E essa segurança provinha da lei inviolável, já que os sindicatos não tinham o peso que têm hoje. E os políticos eram de outra estirpe, de outra coerência, de outro planeta…
A redução de quatro feriados foi menos grave do que a extinção dos subsídios de Férias e de Natal. Mesmo assim ressentem-se menos esses prejuízos que logo foram contestados, nomeadamente o 1º de Dezembro que pretende
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