A informação do ocorrido chegou à agência Lusa via correio eletrónico, assinado por quem alegadamente reinvidica estes atos, um grupo de cidadãos anónimos, que se autodescreve como sendo integrado por “pessoas solidárias com a população residente na região do Barroso”, e que afirmou que “entrou, na madrugada de dia 19, nos escritórios da Savannah Resources, em Carreira da Lebre, Boticas”.
Segundo os próprios, danificaram os veículos da empresa britânica e pintaram a fachada de vermelho com a frase “NÃO À MINA”.
Já esta sexta-feira, a empresa confirmou a situação de vandalismo e adiantou que “os sistemas de segurança da Savannah permitiram a recolha de imagens nítidas do ato criminoso ocorrido esta semana, perpetrado por quatro indivíduos na zona da Carreira da Lebre”.
As imagens, disse a Savannah, “já foram entregues às autoridades”, mais especificamente ao Núcleo de Investigação Criminal da Guarda Nacional Republicana (GNR), para ajudar a identificar os responsáveis o mais breve possível.
“Tal como no caso anterior, em que já foram constituídos arguidos, acreditamos na atuação firme da justiça (…)”, refere a empresa, lembrando uma ocorrência idêntica, há quase três meses.
A GNR de Vila Real confirmou o sucedido e diz estar a investigar. As autoridades têm registo de vandalismo com pinturas e pneus de máquinas que foram furados.
Este é o segundo caso semelhante que ocorre desde 3 de abril. “Reiteramos que estes atos de vandalismo não nos afastam do nosso compromisso. Os trabalhos das equipas da Savannah continuam a decorrer com total normalidade”, sublinha a empresa.




