A mobilização surgiu após a admissão, pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Mirandela, de uma providência cautelar apresentada pelo Conselho Diretivo dos Baldios de Covas do Barroso contra a servidão administrativa concedida pelo Governo à empresa. Os manifestantes defendem que a decisão deveria ter conduzido à suspensão imediata dos trabalhos.
Durante a tarde de segunda-feira, a GNR de Boticas foi chamada ao local, tendo identificado elementos da população e representantes da empresa. Nelson Gomes, da Associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso, acusou a empresa de incumprir as condições da Declaração de Impacte Ambiental, alegando que estão a decorrer desmatações e intervenções no terreno que, segundo os opositores, não deveriam estar a acontecer.
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