Às 18h40, este fogo mobilizava 146 operacionais, apoiados por 40 veículos e três meios aéreos, de acordo com o site da Autoridade Nacional da Proteção Civil.
Este incêndio teve início cerca das 23h45 de sábado, uma hora pouco vulgar e que leva as autoridades a suspeitarem de mão criminosa.
Aliás, em declarações à RTP, o comandante Artur Cardoso, dos Bombeiros Voluntários de Fontes, revelou que os bombeiros encontraram um engenho explosivo a caminho deste incêndio, adiantando que, depois de validado, o engenho “foi entregue à Guarda Nacional Republicana. Foi depois entregue pela GNR à Polícia Judiciária, que está a investigar as causas deste fogo”.
Segundo foi possível apurar, neste momento não há aldeias, nem casas em risco neste fogo, que lavra em zona de difícil acesso, o que tem dificuldade a ação dos bombeiros.
Já o fogo na Senhora da Graça, que começou cerca das 15h45 de ontem, encontra-se em resolução e já não há meios aéreos no combate, mas permanecem no terreno 268 operacionais, apoiados por 66 veículos.
Estes são os incêndios de maior dimensão no distrito, que continua com vários outros incêndios, como o de Arcos, em Montalegre, que, às 18h50, mobilizava 77 operacionais, 21 viaturas e dois meios aéreos.

