Quinta-feira, 11 de Agosto de 2022
Paulo Reis Mourão
Paulo Reis Mourão
Economista e Professor Universitário na Universidade do Minho. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

Gerações de Ouro e riqueza de um país

Uma das atrações dos encontros desportivos prende-se com a competitividade das ligas e com a incerteza dos resultados finais, quer em termos de antecipação dos vencedores de cada momento desportivo quer em termos do vencedor final de cada competição. Este é o sentido final do termo inglês ‘competitive balance’ que está intimamente ligado a competições com mais audiências, com mais receitas e com maior sustentabilidade.

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Para conseguirmos campeonatos competitivos, precisamos que os participantes partilhem caraterísticas próximas, desde as caraterísticas de partida (como orçamentos, recursos de infra-estruturas de apoio desportivo e como nível de qualidade dos atletas) até às caraterísticas de desenvolvimento (como centros de alto rendimento, qualidade de treino e nível de organização das competições). Obviamente, esperamos que o nível de competitividade cresça com um nivelamento por cima dos participantes que deverão ter acesso a caraterísticas próximas no padrão mais elevado. Poderemos, pelo reverso, ter competições mais competitivas se assistirmos a um nivelamento por baixo, fruto da saída dos melhores atletas ou de uma depauperação dos recursos alocados na competição e nas equipas/participantes.

No desporto profissional, o aumento da ‘competitive balance’

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