Os factos aconteceram, de acordo com a PJ, nos dias 4 e 21 de agosto, com as chamas a consumirem “uma área de floresta de cerca de 100 hectares de mato e diversos povoamentos de pinheiro bravo, sobreiro, bem como de área agrícola”.
E comunicado, a PJ refere que os incêndios em causa “colocaram em perigo vastas manchas florestais e agrícolas”.
O suspeito agora detido, em colaboração com a GNR, vai ser presente a primeiro interrogatório judicial, para conhecer eventuais medidas de coação.




