Quando numa campanha eleitoral se produzem determinadas afirmações – promessas – e depois se esquecem, quantas vezes, ostensivamente, está-se perante situações de incoerência. Uma parte muito substantiva das medidas do governo, se analisadas face ao discurso do ano 2010, ou início de 2011, dos seus responsáveis, são incoerências. Negava-se, então, o corte nas reformas e nos salários. Afinal, o que se sente e cada mês aparece sua surpresa, até com os erros informáticos antes de processos eleitorais, é precisamente o contrário. A propósito, também a nível local (Vila Real) houve um erro informático antes das eleições de setembro passado, com consequências na fatura da água e do saneamento, induzindo, naturalmente, a dúvida nos consumidores. Felizmente,
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