Domingo, 19 de Abril de 2026

António Martinho

VISTO DO MARÃO | Ex-Governador Civil e Ex-Deputado
314 Artigo(s) de opinião

Isto não é o Parlamento da Constituição de Abril

Por feliz coincidência, encontrei-me há dias com um dirigente dos Serviços da Assembleia da República.

Nos vinte anos da Fundação Museu do Douro

A reunião do Conselho Consultivo da Fundação Museu do Douro coincide normalmente com a data da publicação do Decreto-Lei nº 70/06 que a criou – 23 de março de 2006.

“És a rosa mais bonita”

É o penúltimo verso da canção que saiu vencedora no último festival que apura para o da Eurovisão.

Os de cá e os de lá

Há dias, houve quem estranhasse porque demorou alguns dias, um jornal diário, que até nasceu no Porto, se não me engano, publicou uma notícia em que algum ilustre tecia lucubrações à volta dos custos para o erário público do facto de o Presidente da República eleito ter afirmado que, sempre que pudesse, iria pernoitar em sua casa, nas Caldas da Rainha.

A democracia não se esgota no voto

Em Democracia, o voto é essencial, mas não se esgota nesse ato cívico. A conquista do voto universal demorou a alcançar. Pode, mesmo, dizer-se com precisão, que foi necessário muito esforço e combatividade.

Reforçar a democracia, sim

Quando se veem ataques ao atual sistema político português apetece lembrar a sua génese e evolução, mesmo sabendo que, nestes 50 anos, já mais de duas gerações se desenvolveram.
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A duas voltas

Tornou-se deveras interessante seguir na comunicação social, designadamente, nas redes, a informação e os comentários sobre a exibição, na RTP2, do documentário com o título em epígrafe sobre as eleições presidenciais de 1986.

Uma passagem para 2026 de choques, lutas e contrastes

Choques entre interesses divergentes de Estados ambiciosos que espezinham, se puderem, os vizinhos; lutas fratricidas no interior de países onde os interesses de grupos se sobrepõem ao interesse coletivo; enfim, contrastes horríveis no interior de países onde os níveis de vida contrastam escandalosamente.

Por ocasião dos 50 anos da UTAD

Li há dias por aí: "Hoje, dia 2 de dezembro, celebra-se um marco histórico para a Universidade, para Vila Real e para toda a região: os 50 anos do início do ensino superior que deram origem à UTAD".

Fazemos coisas simples, extraordinariamente bem!

Quando em 2009, após a criação do Pólo de Desenvolvimento Turístico do Douro (ERTD), este participou no “Xantar – Salão de Gastronomia e Turismo de Ourense”, com as dificuldades, aliás, naturais, resultantes das fusões de entidades diferentes, mesmo que do mesmo setor de atividade, alguém lamentava a expressão do destino turístico Douro naquele certame.

Orçamento de “fim de festa”

Encontrei esta expressão nas minhas leituras de acompanhamento da atividade política nacional. Não é que esta seja atrativa nos tempos que correm.

Um breve olhar sobre um percurso no Poder Local

No passado dia 1, apesar de Dia Santo, teve lugar a cerimónia pública de instalação da Assembleia de Freguesia de Vila Real, com os membros recentemente eleitos, ato a que tive a honra de presidir pelas funções de Presidente da Assembleia de Freguesia cessante.
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Dialogar é preciso

O sol iluminou bem cedo a aldeia. Bom augúrio. Não haveria grandes motivos, pois, para as pessoas se ficarem por casa e não marcar presença na Assembleia de Voto, a funcionar na sede da Junta, espaço contíguo ao que uns eleitos de tempos anteriores tinham transformado num pequeno, mas eloquente Ecomuseu.

Amigos dos Museus

Não é fácil, mas é sempre possível. Não é fácil que instituições com sede na capital distante conheça outras com o mesmo ou semelhante objeto dispersas pela província. Mas, por vezes, acontece.

A Alma também morre

É o último romance de Artur Vaz e tive o ensejo de o apresentar, ou falar acerca dele, em Santa Marta de Penaguião e nos claustros do edifício do Governo Civil, em Vila Real, no âmbito da iniciativa “Entre Quem Lê”.

Outras vindimas

Na caminhada desta madrugada cruzei-me com carrinhas e tratores carregados de uvas, encontrei, ali e acolá, vindimas a decorrer, em azáfama própria destes dias de setembro.

«Não há pachorra para mentecaptos»

Em tempos, quando se impunha o contacto sistemático com a capital, ocorreu-me a expressão “lisboetizar-se” para significar a acomodação dos não residentes aos hábitos dos lisboetas ou à visão de alguns destes a respeito do resto do país.

É importante saber ler incêndio!

Corria o Verão de 2005. Aquele incêndio lavrava já há dois ou três dias nas fraldas do Alvão, numa das encostas sobre o rio Tâmega, na área do município de Vila Pouca de Aguiar.
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De chapéu na mão

Há quem considere que somos “chorinhas” quando, enquanto transmontanos e durienses, nos queixamos da sobranceria com que os vários poderes nos tratam.

A minha cidade faz cem anos

A minha cidade está de parabéns. No próximo dia 20 passam 100 anos sobre a elevação à condição de cidade, ou, como se diz no DG nº 159/1925, Série I, páginas 795-796, a Lei nº 1804, de 20 de julho, “dá a categoria de cidade à capital do distrito administrativo de Vila Real de Trás-os-Montes”.

Não bate a letra com a careta

Um dos riscos que atualmente correm os detentores de funções de representação é viverem distantes da realidade, enfim, dos verdadeiros problemas com que se confronta a generalidade das pessoas.

“Cada um de nós é uma soma”

Mesmo que não conhecêssemos a frase, bastas vezes citada, de Ortega y Gasset, – “Eu sou eu e minha circunstância, e se não salvo a ela, não me salvo a mim” – não seria difícil aceitar a frase de Lídia Jorge, no seu tão eloquente como questionado discurso do passado dia 10 de Junho.

Um combate em nome da democracia

Consciente que o pior que se pode fazer é deixarmo-nos embalar em momentos de reflexão que não perspetivem soluções para os problemas, ou ficar ensimesmado em lamúrias inconsequentes, concordei plenamente com a decisão da Comissão Nacional do Partido Socialista em fazer avançar o processo de substituição do Secretário-Geral.

Três destaques

As últimas duas semanas foram pródigas em acontecimentos merecedores de destaque.
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O apagão e os apagões

Muitas vezes, os segundos são bem piores que os primeiros. Mas, por estes dias, próximos do apagão que deixou Portugal, Espanha e algumas regiões de França literalmente às escuras, outros se verificaram.

“A paz esteja nesta casa”

Uma das tradições que se vai mantendo é a visita pascal, o compasso, como também é designado em certas zonas.

“História para Amanhã”

As reações nas bolsas de todo o mundo às últimas medidas mercantilistas do Presidente Trump, com quedas assustadoras que levam economistas a falarem já em perigosa recessão a nível mundial, as atrocidades constantes em Gaza, a guerra esquecida do Sudão entre fações desavindas, provocando milhares de desalojados, tudo isto provoca angústia e ansiedade difíceis de controlar.

Vamos a votos, pois

Quando, porventura, em subtil premeditação, o Governo avançou para um pedido de confiança, insinuando primeiro e apresentando depois uma Moção de Confiança na Assembleia da República, muitos comentadores, quais detentores de toda a sabedoria do mundo, se apressaram a declarar que “ninguém, em Portugal, queria eleições”.

A realidade é outra

Nem sempre os eleitos se dão conta que vivem desfasados da realidade, que é bem diferente da bolha em que se deixam envolver.

Os aliados não se agridem

Não foram bem estas as palavras que ouvi na Antena 1 no dia em que escrevo este Visto, no Marão, onde hoje o sol permite horizontes bem amplos. Mas o sentido é o mesmo.
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