Quarta-feira, 1 de Fevereiro de 2023
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Inovação, qualidade e rigor são palavras-chave

Corria o ano de 2012 quando, pelas mãos de Carlos Santos, nascia a Madeitua.

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“A empresa onde trabalhava à data fechou e decidi arriscar com um negócio próprio”, conta-nos o proprietário, revelando que “hoje continuamos por cá, com muito esforço e dedicação”.

Dez anos depois, a empresa, com sede na Zona Industrial de Mirandela, cresce de forma sustentada, com clientes “em toda a zona norte de Portugal e também na França, mas 98% das nossas vendas são para o mercado nacional”, indica Carlos Santos.

Quem procura a Madeitua encontra “uma ampla gama de madeira serrada e mecanizada”, desde derivados de madeira, orlas, melaminas, pavimentos flutuantes, portas de interior, componentes para cozinhas e roupeiros, madeiras maciças e produtos para jardim.

O setor das madeiras tem vindo a crescer, mas nem sempre é fácil trabalhar neste ramo porque “estamos muito dependentes de outros setores, como a construção. Se eles estiverem em alta, nós estamos bem. Se estiverem mal, nós também”.

DESAFIOS

E como é que se dá a volta? “Com inovação e apostando na venda de outros produtos, ligados ao setor”, explica o responsável.

Mas há outros desafios, tendo em conta que a pandemia e a guerra vieram trocar as voltas aos empresários. “Com a pandemia houve um aumento brutal dos preços. Agora estão a estabilizar, mas nada comparado com os preços de 2020”, refere, acrescentando que “com a guerra, vivemos outro problema que é a falta de material, a que se junta o aumento do preço dos combustíveis, que nos afeta na questão das entregas”.

Com seis funcionários, inovação, qualidade e rigor são as palavras que melhor definem esta empresa, que no ranking das 500 Maiores surge em 279º lugar. Com um volume de negócios na ordem dos 2,2 milhões de euros, a Madeitua subiu 163 lugares na lista de Maiores Empresas de Trás-os-Montes. Para Carlos Santos “é um orgulho estar entre as maiores empresas da região. É ver o esforço, sacrifício e trabalho de equipa serem recompensados”.

Quanto ao futuro, o objetivo passa por abrir outras lojas “de forma a aumentar as vendas e também reduzir alguns custos relacionados com as entregas”, conclui.

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