Quinta-feira, 23 de Abril de 2026
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Investidos mais de um milhão de euros na recuperação do património religioso

Nos últimos oito anos, o município revela que "já assinou protocolos para recuperação de 25 espaços religiosos"

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A Câmara de Carrazeda de Ansiães anunciou que está a apostar na valorização do património religioso do concelho, investindo na recuperação de património, com intervenções ao nível da conservação e restauro de elementos arquitetónicos e artísticos, nomeadamente recuperação de altares, tetos em falsas abobadas de berço, retábulos, pinturas, soalhos, telhados, entre outros, em várias igrejas.

Em comunicado, a autarquia explica que a soma das intervenções “já representa mais de um 1,1 milhões de euros de investimento, que se justifica pela importância que estes lugares sagrados têm para as comunidades, mas também porque pela sua grandeza e beleza se constituem como um ativo turístico muito importante”.

Na mesma nota, a autarquia refere que das últimas intervenções realizadas assumem destaque a “recuperação do teto da nave da igreja de Santa Maria Madalena de Fontelonga e do teto do presbitério da igreja de S. Gregório de Selores, com o intuito da preservação e valorização cultural do mesmo património”.

Na igreja de S. Gregório de Selores, foi requalificada e substituída toda a falsa abobada de berço do presbitério, com a implementação de caixotões com motivos decorativos, ficando o espaço com “toda a dignidade para o culto”.

Na igreja de Santa Maria Madalena da aldeia de Fontelonga, destaca-se a “recuperação e substituição de madeiras da falsa abobada de berço da nave da igreja”.

Estas intervenções no património religioso focam-se na preservação da memória coletiva e na dinamização de espaços sagrados como instrumentos de cultura, arte e fé. Esta é uma estratégia que transforma locais de culto e tradições sagradas em ativos turísticos, culturais e económicos sustentáveis para o desenvolvimento do território.

O património religioso não é apenas um bem da Igreja católica, mas sim, um bem comum que reforça a matriz identitária local e promove a coesão social e territorial.

Nos últimos oito anos, o município revela que “já assinou protocolos para recuperação de 25 espaços religiosos, igrejas, capelas ou santuários, que vão deste a substituição de telhados, aos restauros mais delicados de interiores, até aos arranjos de zonas envolventes desses espaços”.

 

 


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