Todos assistimos, quase em direto, aos ataques terroristas em Paris, que durante três dias lançaram o pânico na capital francesa. Eventos que se iniciaram com um assalto à sede do jornal Charlie Hebdo, que vitimou 12 pessoas, num claro ato bárbaro de vingança pela publicação de cartoons satíricos por parte desta revista semanal, que é conhecida por ser provocadora, irreverente e assumidamente anti-religiosa. Seguiu-se um atentado a uma agente da polícia municipal, um ataque, com reféns, a um supermercado judaico em Paris e uma operação policial de verdadeira caça ao homem por toda a França.
Podemos não nos rever no estilo usado pelo semanário francês para fazer sátira religiosa, mas, tendo por base o direito fundamental
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