Durante a tomada de posse dos órgãos autárquicos, o presidente disse que quer um concelho “com dignidade, felicidade e esperança”.
Olhando já para o orçamento municipal, José Paredes quer promover uma “política fiscal justa, que respeite o rendimento das famílias e das empresas”, mas também quer continuar a trabalhar para garantir que todos, especialmente os mais jovens e os mais vulneráveis, tenham o apoio necessário e justo para que possam viver com qualidade e dignidade”.
“Queremos um concelho que se afirme como um território de futuro, onde jovens casais podem viver, investir e criar os seus filhos”. Pelo que “vamos estabelecer incentivos à fixação população, apoiar o empreendedorismo jovem e promover políticas que tornem o concelho mais atrativo para as novas gerações”, acrescentou.
Durante o seu discurso, José Paredes assumiu ainda a saúde como prioridade. “Vamos continuar a trabalhar com as autoridades competentes para reforçar os cuidados de saúde primários, apostar na literacia em saúde e promover hábitos de vida saudáveis junto de toda a população”.
Na educação, pretende “reforçar os apoios diretos e indiretos às famílias e aos estudantes, para que ninguém abandone o seu percurso académico por falta de meios. Vamos requalificar escolas, promover o desporto e criar mais oportunidades para a juventude participe ativamente na vida cívica, cultural e social do concelho”.
A nível de apoios sociais, o autarca quer um território “mais solidário, mais justo e inclusivo”. “Estaremos, como temos vindo a fazer desde que chegámos à presidência da câmara municipal, ao lado dos que mais precisam, promovendo políticas de proximidade, de igualdade e de combate a todas as formas de exclusão social”.
José Paredes lembrou também que a cultura, as tradições e o património “são pilares da nossa identidade”, garantindo que “vamos promover a criatividade, apoiar os artistas locais, valorizar as festas, os saberes e os valores que nos tornam únicos”.
O presidente, que vai cumprir o último mandato, quer uma economia local “dinâmica, que valorize os produtos endógenos, incentive a criação de emprego e continue a colocar o concelho no mapa turístico nacional e internacional”.
“Vamos apoiar os nossos agricultores de todas as formas que nos for possível, mas vamos de igual modo apoiar o setor das florestas”, para que estes setores “sejam economicamente rentáveis, pois sem rentabilidade não há futuro para a floresta, nem para a agricultura”, frisou.
Outros compromissos passam por uma política ativa de proteção e bem-estar animal, promovendo “ações responsáveis”, apoiar as associações culturais e desportivas. “O município estará mais ainda ao lado de todas as coletividades, apoiando-as para que possam crescer, inovar e continuar a servir a comunidade”.
Por último, José Paredes disse que quer uma autarquia” próxima, transparente e aberta à participação dos cidadãos. Valorizamos a escuta ativa, o diálogo, a prestação de contas e a inovação na gestão pública”, num mandato que será feito com as pessoas e para as pessoas”.
Durante a sessão, foi ainda votada a única lista para a composição da Mesa da Assembleia Municipal, que foi aprovada “por maioria”. O presidente eleito foi António Pereira Leal, o 1º secretário Mário Joaquim Vaz e a 2ª secretária Susana Moutinho.





