Segunda-feira, 25 de Maio de 2026
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Ministro defende caça como motor económico e territorial

Em Macedo de Cavaleiros, o ministro da Agricultura defendeu a atividade cinegética como um motor económico, ambiental e de coesão territorial, afirmando que a caça “é também economia, sustentabilidade e desenvolvimento rural”.

O governante falava à margem da abertura oficial da 30ª Festa dos Caçadores do Norte e da 28ª Feira da Caça e Turismo, eventos de “referência nacional”, sublinhando o impacto que têm na economia local, na restauração, no turismo e na atratividade do território.

De acordo com o ministro, a caça representa “cerca de 330 milhões de euros por ano, o equivalente a 0,17% do Produto Interno Bruto (PIB)”, afirmando que “a caça ajuda à fixação de população, ao equilíbrio da biodiversidade e ao controlo da sobrepopulação de espécies”.

Entre as medidas adotadas pelo Governo para o setor, o ministro destacou “a redução do IVA da carne de caça para 6%, a possibilidade de utilização de matadouros móveis, alterações à legislação para alargar os períodos de caça e a execução de um plano estratégico para o setor”. José Manuel Fernandes destacou, ainda, investimentos na gestão da água, na coesão territorial e na valorização da floresta, apontando mais de “15 milhões de euros aprovados para o distrito de Bragança” em candidaturas recentes.

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