Trata-se de uma iniciativa do município de Vila Real e do Grémio Literário A.M. Pires Cabral, com o apoio de cada uma das juntas de freguesia do concelho, que pretende recolher histórias que, por vezes, são contadas de boca em boca e nunca foram compiladas, destes territórios. Acaba por ser um ponto de encontro entre académicos e populares, onde ambos aprendem, como ficou provado em Mondrões, no passado sábado.
Foi uma partilha que andou muito à volta da cerâmica, não fosse Mondrões a freguesia do Barro Preto de Bisalhães, Património Imaterial da UNESCO. Mas não só. Há referências à cultura megalítica, no século VI, e a mamoas, monumentos funerários, célticas. Além disso, o território da freguesia era atravessado por uma via romana, que começava em Constantim e ia para Amarante, com portagens em Mondrões.
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 1,00€Aceda à sua conta em Entrar






