À VTM, Bruno Vilela diz que a situação se arrasta “desde 2023” e que já apresentou “várias queixas”. O caso foi, entretanto, levado a Assembleia Municipal e já há uma petição assinada por mais de 80 residentes.
Em declarações à VTM, Bruno Vilela explicou que o terreno em causa foi adquirido no início de 2023 e que, pouco tempo depois, “começaram a surgir movimentações de terras, deposição de entulho e construções” que, de acordo com o mesmo, não terão qualquer licenciamento.
“Todo este terreno, segundo o PDM, é classificado como agroflorestal, o que significa que não tem possibilidade de licenciamento para atividades deste tipo, apenas para uso agrícola”, afirma.
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