Domingo, 23 de Janeiro de 2022
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Município de Vinhais vai melhorar habitação de 60 famílias

O município de Vinhais, no distrito de Bragança, tem dois milhões e meio de euros para resolver as situações de carência habitacional a, pelo menos, 60 famílias identificadas como prioritárias, disse hoje o presidente da Câmara

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Luís Fernandes explicou à Lusa que a verba está assegurada pelo programa nacional 1.º Direito de Apoio ao Acesso à Habitação e será aplicada na Estratégia Local de Habitação, definida pela autarquia para dar resposta às situações sinalizadas no concelho de carência habitacional.

O investimento destina-se aos dois bairros sociais municipais na sede de concelho, a cinco famílias identificadas como prioritárias e a resolver os problemas de habitação das 25 famílias da comunidade de etnia cigana do bairro da Formiga, na freguesia de Penhas Juntas.

Segundo o presidente da Câmara, os dois bairros sociais da vila transmontana, com 30 fogos, precisam de ser reabilitados e como é da competência do município a parte exterior dos fogos, esta é uma das intervenções prevista.

No diagnóstico local feito foram também identificadas cinco famílias do concelho a viverem em condições habitacionais indignas que irão beneficiar da Estratégia Local de Habitação, de acordo ainda com o autarca.

O município tem acompanhado também, com a junta de freguesia e a Cruz Vermelha, a situação dos habitantes do bairro da Formiga, em Penhas Juntas, para os quais já tinha sido feita uma outra candidatura de 50 mil euros para construir algumas infraestruturas.

Com o apoio do 1.º Direito, a autarquia pretende construir habitações dignas para as 25 famílias que ali residem, embora esta população seja flutuante, nomeadamente porque alguns elementos se ausentam em algumas épocas para trabalhar noutras zonas, segundo o presidente da Câmara.

Com estas intervenções, que terão início depois de procedimentos obrigatórios como concurso públicos para as obras, a autarquia acredita que ficarão resolvidos os problemas habitacionais prioritário do concelho. O autarca ressalvou que o programa “não é estanque” e se forem sinalizadas mais situações de carências “será possível adaptá-lo às necessidades que forem surgindo”.

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