Durante a inauguração das luzes de Natal na cidade, Nuno Vaz, presidente da Câmara de Chaves, considera que o Natal “é magia”. Apesar dos tempos “difíceis e das incertezas que vivemos, nós queremos que este mês seja especial, diferente, onde possamos voltar a ser crianças e a acreditar na magia do Natal, na descoberta, no sonho, na proximidade”.
Para o autarca, aquilo que verdadeiramente importa “é a família, o sonho, a alegria, a proximidade entre os novos e os mais velhos. Vamos acreditar que o mundo pode ser melhor”.
O autarca explicou que este ano apostaram numa programação diferente, de maior envolvência com as famílias, as crianças e o comércio local. “O Natal é mais do que qualquer prenda, mais do que qualquer objeto material, é proximidade, em que a satisfação está nas coisas mais básicas da vida”.
Nuno Vaz lembrou ainda o Natal das tradições, sobretudo nas aldeias, onde se juntavam as famílias, não só as que estavam perto, mas sobretudo as que estavam longe. “Quando era pequeno lembro-me de celebrar o Natal no espaço rural, onde as famílias se juntavam à mesa para comer o bacalhau, a couve penca e o polvo, que é muito apreciado na vizinha Espanha e que Chaves também adotou”.
Tal como noutros anos, também este ano, a câmara municipal vai manter a tradição e acender o madeiro no final do ano. “Vamos fazer uma grande fogueira em frente ao edifício dos Paços do Concelho em que todos estão convidados a participar. E não faltará animação musical”.
Recordou ainda os jogos tradicionais como o do pinhão ou do rapa, mas o mais importante era ter as pessoas próximas. “Natal era tempo de unir as pessoas e espero que este Natal volte a ser o espírito da família e da felicidade”.
Hoje, em que os tempos são outros, Nuno Vaz deixou uma mensagem de Natal em que apela à identidade local. “Gostaria que o Natal fosse a semente que floresce ao longo do ano e que nos torne cada vez mais solidários, humanos e atentos uns aos outros. Que seja um reforço do nosso espírito de comunidade”.




