O município fez uma candidatura ao Programa Estratégia Local de Habitação, 1º Direito, para encontrar “soluções habitacionais destinadas a quem vive em condições de habitação indignas ou não dispõe de capacidade financeira para suportar o custo do acesso a uma habitação adequada”.
Carlos Carvalho, presidente da câmara, explica que o acordo “culmina com o processo de candidatura, cujo valor ascendeu a cerca de nove milhões de euros, que envolveu a sinalização das situações de carência habitacional existentes, definindo um conjunto de soluções no concelho”.
A partir de agora, em função das necessidades habitacionais, a autarquia “avança com a reabilitação de frações ou prédios habitacionais propriedade do município ou de juntas de freguesia, de acordo com os valores aprovados na referida candidatura”, revela o autarca, adiantando que os munícipes contemplados “poderão candidatar-se diretamente a este programa e assim proceder à execução de obras de reconstrução das suas habitações de acordo com a estimativa e valores aprovados ao abrigo do programa 1º Direito.
A seleção das pessoas que mais necessitam foi feita “através do levantamento do município em colaboração dos presidentes de juntas de freguesia”.
Integrado na Nova Geração de Políticas de Habitação (NGPH), o programa 1.º Direito visa a promoção de soluções habitacionais para as famílias mais carenciadas e sem alternativa habitacional.



