Em comunicado, a ULSTMAD explica que a aquisição contempla um aparelho de última geração, com sistemas de monitorização e registo que permitem “maior segurança e personalização do tratamento”, bem como capacidade de análise e tratamento estatístico de dados. Acrescentou que a Unidade de Eletroconvulsivoterapia constitui uma “resposta de referência para toda a área de influência da ULSTMAD” e presta, igualmente, apoio a doentes referenciados pela Unidade Local de Saúde do Nordeste, onde este tratamento não se encontra disponível.
Dulce Maia, diretora do Serviço de Psiquiatria da ULSTMAD, sublinha que a renovação do equipamento “permitirá assegurar a continuidade desta resposta e reforçar a eficácia e segurança”, destacando que tal “só é possível graças ao extraordinário envolvimento de toda a equipa médica, de enfermagem e de assistentes operacionais”.
A Unidade prevê num futuro próximo a implementação de um projeto com a integração de enfermeiros especialistas em Saúde Mental e Psiquiatria, focado em melhorar o acompanhamento dos cuidados prestados a estes utentes, antes, durante e após o tratamento.
A eletroconvulsivoterapia (ECT) é um tratamento médico psiquiátrico seguro e eficaz que utiliza uma corrente elétrica controlada para provocar uma pequena convulsão no cérebro sob anestesia geral. E é usada principalmente para tratar doenças mentais graves. Com este investimento, a ULSTMAD “reforça a diferenciação dos cuidados em saúde mental e a elevação da qualidade da assistência em todas as fases do tratamento”, conclui a nota enviada às redações.



