Em Portugal, a prevalência de transtornos mentais está entre as mais altas da União Europeia, estimando-se que cerca de 20% da população portuguesa tenha uma doença mental, e 50% já tenha tido ou virá a ter.
Segundo Dulce Maia, diretora do serviço de psiquiatria da Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro (ULSTMAD), já muito foi feito nesta área, mas “ainda há muito por fazer”.
Desde logo, a mudança de mentalidade das pessoas, que não procuram ajuda por “vergonha ou medo”. “Ainda há muito aquele rótulo de que quem vai ao psicólogo ou ao psiquiatra é maluco e isso não é verdade”, afirma a profissional, salientando que “o nosso cérebro é como outro órgão qualquer e precisa de ser tratado”.
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