Quinta-feira, 11 de Agosto de 2022
Barroso da Fonte
Barroso da Fonte
Escritor e Jornalista. Colunista n'A Voz de Trás-os-Montes

O Oportunismo político deixou cair a máscara

Fez 30 anos dia 12 deste mês que Mário Soares, Rui Machete, Jaime Gama e Hernâni Lopes, assinaram, em Sintra, o tratado de adesão de Portugal à União Europeia. A cerimónia durou apenas 75 minutos

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Nessa data o país ainda não conhecia: Cavaco Silva, António Guterres, nem Jorge Sampaio. Estávamos todos, longe de imaginar que José Sócrates, Passos Coelho, Santana Lopes ou Durão Barroso, emergissem do anonimato para serem líderes dos destinos do país que passou a ser governado, a partir do estrangeiro, trocando o escudo pelo euro e perdendo a soberania de um dos mais antigos Povos da Europa, a favor do empirismo saloio, de instâncias políticas constituídas por teóricos bem (?) intencionados. Nestes trinta anos de fanatismo ideológico mal disfarçado a Europa tentou impor-se pela sedução do Euro. Vê-se, agora, que essa sedução política foi derrotada pela sedução económica. Portugal, como os países mais débeis, já atravessaram dificuldades

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