Este ano, a VTM acompanhou o início dos trabalhos, junto à Capela da Casa de Mateus. Na sexta-feira, homens e mulheres estavam já com as mãos “na massa”. Enquanto uns decoravam, outros preparavam os materiais a utilizar, como flores, pinhas, limões, laranjas, serrim, borra de café e casca de pinheiro. No fundo, “tudo o que é possível aproveitar, nós aproveitamos”, conta Ana Maria Alves, da organização.
Foi dela a ideia, há 15 anos, de se fazer um tapete de flores para a procissão, na rua da freguesia com o mesmo nome, onde Ana Maria vive. “Aqui no Palácio de Mateus é o terceiro ano que fazemos o tapete, mas lá fora já começou em 2010. Só parámos na altura da pandemia”, conta.
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