Ora, no que respeita ao custo das portagens, recebemos, entretanto, uma boa nova – a redução das portagens na A24, assim como noutras autoestradas próximas, em 15%. Não se recupera o espírito inicial que presidiu à construção destas vias, retirando-lhe qualquer tipo de custo. Mas dão-se passos no sentido de restabelecer alguma equidade. Efetivamente, quando se optou por transformar o IP3, de Viseu a Chaves, do perfil de via rápida para o de autoestrada, ninguém responsável por essa decisão imaginaria que a evolução da situação de Portugal levasse o governo de 2011 a 2015 a impor um pagamento por Km quase três vezes superior ao da A1, numa clara diferenciação, pela negativa, de uma região
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