O ano que ora finda foi, declaradamente, um ano para esquecer. Porque ninguém (a não ser aqueles que medram de barriga ao sol e que comem os manjares que não merecem), é capaz de garantir que o país está hoje melhor do que estava no Natal de 2007, de 2006, de 2005 e por aí atrás… Os que gargalham destas palavras só, por hipocrisia política, não acenam com a cabeça. E o mais dramático é o que aí vem. O governo, com tanta vontade de garantir a re-eleição, como de manter os comensais que o elegeu, à mesa do orçamento geral do Estado, começou a desviar para os bancos falidos, aquilo que poderia ser, a
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar





